Descrição
No meio de tantos desencontros; numa época de incertezas, desesperanças e desilusões; na perda gradativa de valores; num tempo de crescente falta de contemplação, do culto ao sagrado, e de meditação, falar de poesia é quase dissonante, “distópico” e herético. Por isso mesmo, os poetas são cada vez mais necessários para que continuemos a ver no meio dos entulhos de condutas imediatistas e superficiais “que há luz no breu”.
Os poemas de Letícia Santos são suaves “como uma pluma que o vento vai levando pelo ar”, como uma chuva fina no meio do deserto, mas capazes de nos embalar nas noites mais frias e mais escuras.
As palavras mais simples se tornam encantadas nas mãos dessa fada e feiticeira da arte poética. Afinal, se “viver não é preciso”, sonhar é preciso.




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